Uma colega da StrongCharon, teve que recorrer ao hospital para receber tratamento com medicação, após uma discussão com o supervisor!

A situação, teve inicios em Março de 2020, em que a colega (em baixa por acompanhamento a menor) sofreu uma TDE entre a Prosegur e a StronCharon.

Posteriormente, a StrongCharon tentou alterar as condições e local de trabalho. No entanto e à salvaguarda da TDE, a trabalhadora tinha de manter os seus direitos salvaguardados, pois tinha aliás em sua posse, duas cartas que indicavam textualmente, que nada mudava e tudo se mantinha. É aqui que tudo começa.

A colega recorreu à ASSP e em conjunto com a ACT, que posteriormente visitou o local, foram indicadas alterações ao local de trabalho.

Já naquela altura, tinha existido algum diálogo "mais carregado" entre a trabalhadora e o supervisor, pelo facto de a colega informar a ACT e a ASSP, quando enviava um email ao supervisor, colocando no campo CC do email, quer a ASSP, quer o inspetor da ACT que acompanhava o caso.

Já este ano, a colega, enviou um email ao supervisor a indicar o que estava na lei. Ou seja, a colega não tinha sido informada atempadamente, da alteração ao mapa de trabalho em tempo util conforme a legislação! Desta forma, enviou um email ao supervisor em que:

  • Não lhe tinha sido comunicada a alteração ao mapa de trabalho com a devida antecedência, conforme disposto na lei
  • Por motivos familiares (detalhados no email) não lhe era possível fazer aquele novo horário

Neste mesmo email, a colega colocou o email da ASSP no campo CC! E foi aqui que tudo começou. O supervisor, em alguns minutos, compareceu no local de trabalho, dirigiu-se ao posto da colega e dirigiu-se à mesma em tons alegadamente intimidatórios/ameaçadores, indicando que não tinha nada que indicar o email daquele, ao Sindicato ou a ACT!

O supervisor deixou a colega num estado nervoso em que a mesma não se sentia nada bem, tendo necessitado de recorrer ao hospital para receber tratamento para acalmar.

Já depois de deixar o hospital, a colega dirigiu-se à PSP daquele local e apresentou a compentente queixa contra o supervisor.

A PSP já foi ao local de trabalho, recolher as imagens de CCTV para efeitos de prova.

Foi efectuada queixa ao ACT sobre este assunto.

A ASSP está a acompanhar todo o processeo e aguarda desenvolvimentos sobre este caso.