A Guarda Nacional Republicana (GNR), de 5 a 9 de dezembro, realizou uma operação, de âmbito nacional, direcionada para o exercício da atividade de segurança privada e para as medidas de segurança de adoção obrigatória, de forma a detetar situações passíveis de configurar ilícitos criminais ou contraordenacionais. Esta operação incidiu na fiscalização do pessoal e meios de segurança privada, nas medidas de segurança a adotar impostas por lei, no controlo do cumprimento das proibições e regras de conduta no plano da execução de serviços de segurança privada.

    Durante a operação foram empenhados cerca de 700 militares dos Comandos Territoriais, que realizaram 660 ações de fiscalização em recintos desportivos e em estabelecimentos comerciais, nomeadamente em estabelecimentos de restauração ou de bebidas, tendo sido detidas duas pessoas por posse de armas proibidas. A GNR instaurou 39 contraordenações no âmbito da segurança privada, sendo as mesmas por falta de sistema obrigatório de videovigilância, falta de aviso da existência de sistema de videovigilância, sistema videovigilância em funcionamento com hora errada, incumprimento do dever de conservação das gravações de imagem por um período de 30 dias e falta de afixação de alvará da empresa de segurança que presta o serviço.