Não foram encontrados eventos

    Inspeção-Geral da Saúde detetou falhas nos serviços de internamento de alguns hospitais, incluindo o de Faro, onde não haveria pulseiras eletrónicas com alarme para colocar nos recém-nascidos.

                                                                            Foto: DR

 

    O Centro Hospitalar Universitário do Algarve garante que já acatou as recomendações feitas pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) para garantir a segurança a todos os doentes.

    Em comunicado enviado à Renascença, o conselho de administração do hospital de Faro fala no reforço no controlo de acesso, colocação de pulseiras eletrónicas nos bebés, acesso à maternidade mediante código e colocação de um sistema de videovigilância.

“O Centro Hospitalar Universitário do Algarve acatou as recomendações efetuadas pela IGAS e procedeu à alteração e implementação dos procedimentos recomendados, destacando-se:

 
  • Reforço no controlo de acessos a visitas ao internamento através da presença física de vigilante junto à porta de acesso das visitas;
  • Os procedimentos formalizados para situações de desaparecimento de doentes e rapto de crianças estão em fase de implementação.”
  • Colocação de pulseiras eletrónicas nos bebés na Maternidade/Obstetrícia, a qual dispõe ainda de acesso mediante código na porta;
  • O acesso à Neonatologia é efetuado mediante colocação de código na porta, sendo a segurança reforçada por equipamento de videovigilância junto ao acesso;
  • Na Pediatria, para além do acesso mediante código na porta, a segurança é ainda reforçada por um porteiro localizado junto à porta de acesso e complementado por videovigilância;
  • O novo sistema de identificação de pessoal está em processo de adjudicação;
  • Os procedimentos formalizados para situações de desaparecimento de doentes e rapto de crianças estão em fase de implementação.”

  O comunicado surge na sequência da pelo jornal “Público”, segundo a qual a Inspeção-Geral da Saúde detetou falhas graves de segurança nos centros hospitalares do Algarve, Évora, Coimbra e Porto. Tais falhas não garantem a segurança nos internamentos, refere a IGAS.

  “Tendo em conta que o prazo [para implementação das recomendações] terminou a 4 de abril de 2019, mais informamos que iremos remeter informação à IGAS sobre o estado da implementação”, finaliza a nota do Centro Hospitalar Universitário do Algarve.